6 dicas de almoços para diabéticos

diabetes tipos

Antes de tudo, é preciso entender que existem alguns tipos diferentes de Diabetes, mas em todos os tipos a orientação nutricional é bem parecida: alimentar-se bem é um dos desafios, visto que o tempo e a correria do dia a dia dificultam o processo do preparo dos alimentos, e os industrializados dão a falsa impressão de praticidade.

Felizmente, a dieta para pessoas que tenham diabetes é fácil, não precisa ser sem sabor, nem sem tempero, ela deve ser uma alimentação feita sempre, sem intervalos. A nutricionista Adriana Lúcia van-Erven Ávila deu algumas dicas de refeições que possuem todos os nutrientes necessários para atingir o equilíbrio do organismo. As verduras, por exemplo, junto com os legumes são essenciais para o bom funcionamento do intestino e para ajuda no controle da glicose.

“Os peixes com ômega 3, como linguado, truta, salmão namorado, atum, sardinha, também ajudam no controle da glicose, comer sempre esse tipo de carne é fundamental”, comenta a nutricionista. Essas são importante para o ganho e a preservação de massa muscular, já que fornecem proteínas, mas é essencial que as magras sejam escolhidas, ao invés das mais gordurosas.

“O diabético pode comer qualquer tipo de fruta inclusive manga, figo, uva e caqui. Assim como laranja, goiaba e maçã que têm fibras solúveis, que também ajudam no controle da glicose”, explica Adriana, ressalvando também que devem ser consumidas com moderação, já que são ricas em frutose, o açúcar da fruta.

Cardápio de refeições para diabéticos

Almoço 1:

• Salada de alface roxa com pepino;

• Cevadinha;

• Grão de bico;

• Salmão grelhado;

• Espinafre refogado;

• Maçã com casca;

Almoço 2:

• Salada de rúcula com cenoura crua ralada grossa;

• Granola salgada;

• Ervilha;

• Frango assado sem pele;

• Brócolis cozido no vapor;

• Uva rosada;

Almoço 3:

• Salada de escarola com tomate em rodelas;

• Quinua;

• Lentilha;

• Carne assada;

• Purê de abóbora;

• Melão;

Almoço 4:

• Salada de alface americana com palitos de beterraba;

• Macarrão integral;

• Soja;

• Atum desfiado;

• Repolho cozido;

• Manga;

Almoço 5:

• Salada de agrião com rodelas de abobrinha;

• Purê de batata doce;

• Lentilha;

• Rosbife;

• Vagem refogada;

• Laranja com bagaço;

Almoço 6:

• Salada de acelga com rabanete;

• Arroz integral;

• Feijão;

• Frango grelhado;

• Berinjela no forno;

• Goiaba;

 

Por muito tempo o diabetes tipo 2 foi considerada uma doença só de adultos, mas com o aumento do sedentarismo, do ganho de peso e a piora dos hábitos alimentares, o número de crianças e adolescentes doentes tem aumentado. Os sintomas do diabetes tipo 2 podem ser mais brandos que os do diabetes tipo 1, ou mesmo inexistentes, o que pode levar a um diagnóstico tardio para prevenir suas complicações. Fique de olho e adote hábitos saudáveis como esse método para acabar com a diabetes!

O Poder e a Oporunidade que um Cliente Interno Proporciona

O caso Ericsson em Espanha mostra como o nível de satisfação do cliente interno projecta-se na qualidade percepcionada pelo cliente externo.

Cada vez mais as organizações estão a começar a integrar nas suas estruturas o conceito de “cliente interno”. Até há bem pouco tempo, o conceito de cliente relacionava-se de forma inequívoca com o cliente de toda a vida. Aquele cliente que recebe o produto e/ou um serviço da nossa organização e que segundo as propriedades do produto ou do serviço prestado, tenderá a repetir a sua ação de comprar ou não. Conceptualmente, o cliente paga por algo que vai receber.

As Três Nuances do “Cliente Interno”

fotoNo entanto, o conceito de “cliente interno” rompe com a definição tradicional e introduz nuances dentro da organização que convém observar e analisar.

A primeira nuance que deve ser contemplada é o facto do conceito de cliente interno implicar uma dinâmica de serviço dentro da própria organização. Nesse sentido, as diferentes unidades organizacionais relacionam-se entre si, prestando serviços umas às outras, praticamente como o serviço ou produto que entregamos a um cliente externo.

Em segundo lugar, intimamente relacionado com o primeiro, é o compromisso de qualidade dos serviços internos como um requisito para que o serviço externo possa ser também de alta qualidade. De qualquer forma, o que está subjacente ao conceito de “cliente interno” é a premissa de que “só quando a cultura de serviço interno for baseada na qualidade, é que o serviço que se dará posteriormente ao cliente externo consequentemente manterá esses requisitos de qualidade”.

A terceira nuance do conceito de cliente interno está sujeita a outro princípio: o contexto no qual as distintas unidades organizacionais se relacionam dentro da empresa. Se dois departamentos assumirem uma relação de fornecedor interno/cliente interno, os critérios de actuação passam a ser mais rigorosos, a estar regulados por objectivos de serviço e prazos de entrega de serviço/produto, níveis de produção, qualidade de orientação para resultados. Assim, o conceito de “cliente interno” profissionaliza a actuação de todos os departamentos de uma empresa, marcando a qualidade do resultado, do trabalho, independentemente do serviço ou produto final ir parar às mãos do cliente interno ou externo.

Tendo em conta todos estes aspectos, o cliente interno poderia considerar-se prévio ao cliente externo, contemplando-se como uma antecâmara da opinião que, no final, o cliente externo terá do produto/serviço da empresa. Tendo em conta a qualidade do serviço que o cliente interno recebe, é possível termos uma ideia da qualidade que percepcionará o cliente externo.

Por este motivo, conhecer a opinião do cliente interno e realizar uma segmentação de clientes de forma precisa, pode ser um bom exercício para estabelecer os parâmetros de qualidade que necessitamos dentro do funcionamento das empresas.

Caso Ericsson

A Leadership Business Consulting realizou um projecto na Ericsson Espanha que visava medir a qualidade do serviço oferecido por uma secção das suas unidades globais aos seus clientes internos.

O objectivo principal do projecto foi a melhoria de qualidade do serviço prestado pela unidade analisada, partindo da opinião real dos clientes internos sobre certos serviços. Para tal, uma das acções-chave passou por fazer a correcta discriminação dos diversos clientes da unidade. Desta forma, as perguntas a realizar foram completamente adaptadas a cada uma das realidades.

A metodologia de sondagem variou também de acordo com o cliente, tendo em conta variáveis para cada um deles como a proximidade entre cliente/fornecedor interno e os níveis de serviço prestado. As ferramentas utilizadas foram, principalmente: sondagem online de satisfação, entrevistas telefónicas (para clientes internos dispersos geograficamente) e entrevistas presenciais.

Mediram-se os seguintes factores: a qualidade dos processos de trabalho nos quais participam vários players, a qualidade dos canais de comunicação empregues, o contexto de actuação (Service Level Agreement), ou o grau de conhecimento das distintas unidades entre si, entre outros.

Psicologia e Plano de Saúde

Atualmente emito recibo aceito por planos de saúde para reembolso (total ou parcial) das consultas realizadas em consultório particular. Portanto, não sou credenciado a nenhum plano de saúde diretamente e gostaria de esclarecer o porquê neste breve texto.

Os planos de saúde, por determinação da Agência Nacional de Saúde, ANS, passaram a ser obrigados a cobrir sessões de psicoterapia há alguns anos. Contudo, há sérios problemas sobre planos de saúde no Brasil.

Problemas do Grande Público

Além dos problemas já de conhecimento do grande público como a baixa remuneração dos profissionais conveniados (as recentes greves de 2012 de médicos, dentistas e outros profissionais da saúde deixam isto bem evidente), nas demoras para marcar consultas, realizar exames, etc, há especificidades para o campo de atuação do psicólogo: o número de sessões é limitado e a remuneração por atendimento é aviltante na grande maioria dos planos de saúde.

Há profissionais que acreditam que a grande demanda dos planos de saúde pode contrabalançar as baixas remunerações, atendendo incessantemente e a toda e qualquer demanda, indiscriminadamente. Ora, se o profissional está num ritmo incessante de trabalho para conseguir sobreviver, como continuará seus estudos e como realizará as outras atividades que uma atuação como clínico exigem? Ganhando aviltantemente pouco e sem tempo de se desenvolver, é muito difícil manter a qualidade do trabalho.

Outras Práticas dos Planos de Saúde

E também os planos de saúde fazem outras práticas, ainda piores: existem clínicas que são conveniadas aos planos de saúde e que repassam clientes a psicólogos “contratados” pela clínica, numa espécie de terceirização precária, repassando uma parte da já pequena remuneração que recebem do plano de saúde para o psicólogo. Geralmente o psicólogo que se sujeita a trabalhar nestas condições é um recém-graduado (que ainda não arrumou um emprego que pague bem, sendo comum abandonar a clínica – e os pacientes no meio do tratamento – quando arruma emprego melhor) ou que está em situação de aceitar qualquer coisa.

Desta forma, este texto pretende ser um aviso a quem pensa em recorrer a planos de saúde sobre suas práticas perversas e que muitas vezes resultam em atendimentos de péssima qualidade.

Alternativas Viáveis

Algo que pode ser uma saída possível é pedir reembolso ao plano de saúde para fazer tratamento particular. Como escrevi no texto Quanto custa fazer análise? O dinheiro pode ser importante material de análise e é importante falar sobre ele. Pode ser importante falar de dinheiro com o psicólogo mesmo para quem for fazer terapia por plano de saúde, ainda que não seja para falar de remuneração das sessões.

O reembolso também dá a quem procura tratamento maior possibilidade de escolha do profissional que deseja.

Contudo, um plano de saúde empresarial pede que a pessoa passe num psiquiatra para receberem indicação para tratamento psicológico, pois só o psiquiatra pode atribuir um CID, existindo uma briga imensa do Conselho Federal de Psicologia com os planos de saúde, visto que o psicólogo não está de maneira alguma subordinado ao médico, pois são de campos de saber distintos e autônomos, que podem conversar, mas sem um se sobrepor ao outro.

Limpeza e Desentupimentos Pós Obra

Não é só no dicionário que a palavra “sujeira” vem depois de “obra”. Na realidade da construção civil, após o término de uma edificação, já podemos esperar quilos de concreto, pedra, terra, pó, respingos de tinta e pedaços de papelão espalhados. Mesmo que esteja tudo pronto, é necessário fazer a limpeza pós-obra para entregar um ambiente limpo e aconchegante ao cliente. Mas depois da saída de engenheiros e arquitetos do local, por onde começar e como fazer essa limpeza? Separamos algumas dicas simples para você deixar o ambiente impecável e próprio para habitação.

ANTES DE COMEÇAR, PROTEJA-SE

No decorrer da obra, os profissionais que trabalhavam no local utilizavam os equipamentos de proteção individual (EPI), pois corriam o risco de sofrerem algum acidente. E mesmo depois de sua finalização, permanece a necessidade de utilizar luvas, máscaras e óculos de proteção. Os produtos de limpeza que serão usados são corrosivos e têm cheiro mais forte do que os convencionais, de uso doméstico. Quando entram em contato com a pele ou qualquer outra parte do corpo, podem prejudicar a saúde. Por isso, proteja você e sua equipe antes de dar início ao trabalho.

PRODUTOS DE LIMPEZA: QUAIS ESCOLHER?

É importante ressaltar que cada produto serve para uma determinada função. Para utilizar em obras, escolha somente aqueles que são indicados para a limpeza “pesada”, e não doméstica.

Remoção de tinta: álcool, ácido nítrico e solventes (thinner);

Ceras e graxas: cloro, bicarbonato de sódio, saponáceo;

Cimento, rejunto e gesso: somente produtos recomendados pelo fabricante da argamassa;

Ferrugem: saponáceo, água sanitária;

Lodo: amoníaco.

Os produtos limpa alumínio, soda cáustica, água sanitária pura e limpa forno não são recomendados.

Na hora de utilizar os produtos de limpeza, dilua-os em água, evitando assim possíveis estragos. Para removê-los de forma definitiva, use bastante água. Jamais deixe um produto secar em qualquer superfície, pois pode causar manchas no local. Para eliminar o cheiro forte, mantenha as janelas e portas abertas para que haja ventilação.

POR ONDE COMEÇAR?

Primeiramente, remova o lixo e os resíduos, como pedras, pedaços de gesso, sacos de cimento e latas de tinta vazias. Comece a limpar pelo fundo do imóvel, vindo da parte afastada até a entrada. Todos os cômodos devem ser limpos de cima para baixo, ou seja, primeiro o teto, azulejos e paredes e, por último, o chão. Em casas e apartamentos, o banheiro e a cozinha devem ser limpos por último, já que são os cômodos mais utilizados pelos moradores e que precisam de uma atenção maior.

REMOVENDO AS MANCHAS DE TINTA

No processo de pintura, algumas gotas de tinta sempre caem em locais indesejados, como em pisos e azulejos. Para eliminá-las, você precisará de um removedor de tinta. Antes de aplicar o produto, certifique-se que o local esteja ventilado e utilize luvas na hora da aplicação.

Teste o produto em uma área pequena, para evitar manchas. Em seguida, aplique-o somente na área afetada. Jamais utilize uma esponja de aço para a remoção, pois além de riscar a superfície, o aço poderá se desprender e acabar enferrujando sobre o material.

ELIMINANDO A POEIRA

Para remover a poeira do piso, use o aspirador e o esfregão. Para a sujeira sair completamente, você deverá repetir o processo de limpeza diversas vezes. Nos cantos das paredes, use panos umedecidos. No caso da poeira fixada em paredes, faça a limpeza com uma toalha umedecida, mas certifique-se de que a tinta esteja completamente seca.

Você já fez uma limpeza em uma obra após seu término? Como foi sua experiência? Tem alguma outra dúvida? Compartilhe conosco!

Na parte de esgotamento e desentupimento não tem jeito, o ideal é contatar um profissional qualificado, como os da Desentupidora Tatuí, para deixar sua casa nos trinque!

Meio ambiente urbano e seus desafios na sociedade atual

O meio ambiente urbano se constitui em um ambiente artificial, transformado pelo ser humano conforme suas necessidades. Fruto da urbanização desenfreada principalmente pelos países periféricos, tem-se a problemática ambiental urbana, que se agrava cada vez mais, à medida que as cidades se expandem. Verifica se que o século XIX marcou profundamente o avanço da urbanização em concomitância com o crescimento populacional, e conseqüentemente um maior consumo dos recursos naturais gerando sérios desequilíbrios para o meio ambiente, como: efeito estufa, desmatamentos, poluição dos rios entre outros. Neste contexto toda qualidade, saúde e segurança estavam comprometidos levando a repensar em nossas atitudes como poderemos mudar este panorama atual, visto que nosso futuro estará ameaçado, Mediante uma sociedade cada vez mais materializada.

INÍCIO

A gestão do meio ambiente urbano representa um desafio complexo para as sociedades contemporâneas. Pois, não se trata apenas de considerar a preservação dos recursos ambientais, mas também de assegurar condições de vida digna à população, de modo a garantir que parcelas da sociedade não sejam excluídas do processo.
Tanto o meio ambiente natural, quanto o meio ambiente transformado, é resultado da ação do homem e da sociedade, assim deve ser entendido como, meio ambiente social. Além disso, tendo como base a apropriação do solo urbano, a mesma acabou desencadeando uma série de problemas, dentre os quais, a ocupação e exploração inadequada do ambiente natural urbano.
Não é de interesse desse trabalho, discutir questões como, as de saneamento ou lixo, por exemplo, que, apesar de serem diretamente ligadas à problemática ambiental urbana e interferirem na qualidade de vida dos citadinos, transcedem as reflexões de análise do presente momento. E sim, apresentar uma breve discussão sobre o meio ambiente urbano.

2 MEIO AMBIENTE URBANO

A respeito de cidade, é imprescindível pensá-la enquanto materialização das condições gerais do processo de produção em sua totalidade. Em concomitância, o processo geográfico se cria e se desenvolve à medida que a sociedade desenvolve-se. Tal fato acontece por meio do processo de produção, isto é, pelo trabalho, o que torna a sociedade cada vez mais materializada. Além disso, é preciso partir de conceitos, os quais auxiliam na compreensão, a sua constituição e as transformações pela qual a cidade passa. Respaldar nessa vertente significa pensar a cidade a partir da espacialidade, das relações sociais em sua natureza, social e histórica. Assim, em cada uma entre inúmeras etapas do processo histórico, a cidade assume formas e características distintas.
Além disso, observa-se que durante o século XIX não havia tantas cidades como atualmente e, que os maiores centros urbanos concentravam-se em países que apresentavam rendas mais elevadas. Identifica-se ainda, já no século XX, que as maiores cidades encontravam-se também em países que possuíam baixas rendas. Para Ribeiro (2003), essa alteração geográfica resulta no agravamento da desigualdade sócio-espacial, gerado pela excessiva concentração da riqueza, que assola o mundo contemporâneo e por limites da base natural.

3 AMBIENTAL X SOCIAL

É muito comum associar-se o ambiental simplesmente ao natural, no entanto sabe-se que o ambiente toma proporções muito mais amplas, sendo que é na cidade que acontecem as relações sociais, na qual está intrisicamente ligado ao “natural”. E o que seria o natural hoje?
Santos (1997) atribui a natureza ao artificial, instrumental. Ou seja, a natureza é (re) produzida de acordo com os interesses dos agentes que atuam no espaço. O ambiental seria, então, o resultado das relações ente o natural e o social, tendo tempos diferenciados.
Sem dúvida que a cidade tem uma grande capacidade social de transformar o espaço natural, no entanto, não deixa de ser parte da natureza e de submeter-se às dinâmicas e processos naturais. Ao observar o curso da história, percebe-se que antes da mecanização o homem via a natureza como divina, extraindo dela apenas o essencial a sua sobrevivência. No entanto, outros valores começam a ser substituídos.
Essa ampliação do meio técnico científico tem como principal agente o capital, que modela os espaços, impondo novos hábitos, acelerando o tempo social. Lefebvre afirma que,
Sendo assim, a natureza passa a ser vista como bens disparáveis ao homem e, a cidade, e uma das expressões mais contundentes da capacidade social de transformar a natureza em mercadoria, como afirma Spósito (2003), que a cidade é vista como contraponto da própria cidade, ou seja, a cidade é considerada, por excelência, a não-natureza.

4 A NOVA FACE DO PLANEJAMENTO URBANO

Como fruto da urbanização desenfreada vivenciada principalmente pelos países periféricos, tem-se a problemática ambiental urbana, que se agrava, cada vez mais, à medida que as cidades se expandem. Como se sabe, o século XIX marcou profundamente o avanço da urbanização, pois as aglomerações urbanas sofreram um intenso processo, que resultou nas condições atuais das cidades, que concentram, cada vez mais, grande parte da população mundial.
Desse modo, os governos municipais enfrentam grandes dificuldades de controlar o uso e o desenvolvimento das cidades. Dessa maneira, o crescimento das cidades fica entregue, principalmente, ao comportamento dos mercados imobiliários, que possuem como objetivo principal o atendimento imediato às demandas dos diferentes setores da cidade.
Tem-se pela primeira vez na história brasileira uma regulação federal, para as políticas urbanas, definindo uma ocupação de intervenção no território.
Para isso, o Estatuto da Cidade coloca à disposição dos municípios uma série de instrumentos, que podem intervir no mercado de terras e nos mecanismos de produção da exclusão. Dentre eles, uma nova estratégia de gestão, que incorpora a ideia de participação direta da sociedade, em processos de decisões sobre o destino da cidade.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

De maneira geral, vários autores destacam as variáveis utilizadas para se definir o padrão de qualidade ambiental de um determinado espaço geográfico, enfocando a necessidade de integração das políticas públicas, como os planos e programas governamentais que devem respeitar os aspectos ambientais, os quais, muitas vezes, não são considerados.
Convém ressaltar, que o advento da indústria contribuiu para o processo de intensificação da urbanização mundial, fato este, percebido no Brasil, de forma mais acentuada a partir de 1950, quando houve um estabelecimento de um grande contingente populacional nas cidades, em busca de trabalho e melhores condições de vida.
Vale salientar que, há uma associação do ambiental apenas com o natural. Quando se sabe, que deve haver uma amplitude nessa associação, de forma a analisar a cidade como o espaço onde acontecem as relações sociais, a reprodução da vida, além de estar diretamente ligada ao ambiente “natural”.